Para Instalar Sistemas Operativos

Use Rufus – O Mais Rápido Do UniversoRufusSite_small

Fui ao cliente pôr a internet a funcionar. Um portátil já velho, daqueles com “wireless b” da intel, e rede sem fios que simplesmente não funciona. Nem à lei do martelo. Decidimo-nos pelo fiável cabo ethernet. Dois ou três dias a surfar a interweb e a instalação do XP foi à vida. Sem surpresas até aqui. A surpresa veio depois, quando fui acusado de ter arranjado a internet e ter estragado o portátil. O fulano ainda estava a dever-me o dinheiro da assistência! Enfim, gente desta calha a todos.

Depois de esclarecida a situação, e que ele me devia guito, lá lhe expliquei que o problema era uma instalação sem qualquer tipo de manutenção, há vários anos. Acordámos preço e levei o portátil para instalar o sistema. Sem partição original de recuperação e sem unidade óptica a funcionar, tentei de tudo para instalar o XP na velha máquina. Sem sucesso. Ora era das calças, ora era do cú, ora era das cuecas ou dos sapatos. Estive quase a desistir, então p’ra quem era!

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BitTorrent Sync NO LINUX

Arranque Automático BTSync no Linux ao arranque

O conteúdo deste blogue, que é público, está guardado na minha conta Gmail/Google Drive. Interessa-me, pois, que estes conteúdos me sejam acessíveis a partir de qualquer computador. Em caso de avaria, os danos e desperdício de tempo são mínimos e, num instante, estarei de novo a trabalhar. Tendo descoberto uma solução, não oficial, para a questão do Google Drive no Linux, vamos dar um segundo passo nesta configuração e automatizar o seu arranque com o linux. Vimos, nesse artigo, como instalar o BitTorrent Sync; vamos agora ver como se configura e implementa este passo.

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GOOGLE DRIVE NO LINUX

CORTESIA DA BITTORRENT SYNCComposiçao2

Neste nosso mundinho há dois motivos para as coisas não acontecerem. Porque não se pode ou porque não se quer. Ora, a Google pode, portanto não quer. E não quer o quê? Fazer a aplicação, para Linux, que liga o desktop do utilizador ao serviço de “cloud storage” da Google, o “Google Drive”. Aplicação que já existe, gratuitamente e há algum tempo, para os utilizadores de Mac e de PC. Porquê esta alienação da comunidade Linux? A Google trabalha com o Linux, por exemplo, no Android. Ou no Goobuntu, o Ubuntu personalizado pela própria Google para os seus funcionários. Não será isso mais difícil de fazer do que uma pequena aplicação cliente para o Google Drive?

(EDITADO a 10.6.2013) – Parece que não sou o único a pensar assim, nesse sentido foi criada, há 3 dias, uma petição para que se faça, de uma vez por todas, a aplicação Google Drive para Linux. Fica o link;

http://www.omgubuntu.co.uk/2013/06/google-drive-for-linux-petition

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BitTorrent Sync

PARTILHA SEM LIMITESBitTorrent Sync Logo

O BitTorrent Sync, lançado recentemente pela BitTorrent Labs, tem como objectivo a partilha e sincronização automática de ficheiros, entre os vários computadores de um lar, de familiares ou de amigos. É um serviço gratuito que suporta a transferência de ficheiros de grande dimensão, de forma segura e encriptada. Não há limites para a quantidade ou tamanho dos ficheiros a partilhar. São suportadas as seguintes plataformas:

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DEBIAN 6 E O SERVIDOR VNC (2ª Parte)

E OS PROBLEMAS COMEÇAMDebian 6

Com uma ligação ao servidor VNC que nunca chega a ocorrer. Simplesmente não arranca sozinho. Ou melhor, pede uma password de “Unlock Login Keyring“, ao utilizador com sessão iniciada. Isto pode ser ultrapassado com “auto-login” mais um pequeno truque, mas essa é uma solução muito pouco segura. Se me ligar por SSH não faz a mínima diferença.Unlock Login Keyring

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DEBIAN 6 E O SERVIDOR VNC (1ª Parte)

VINO-SERVER, NÃO OBRIGADO!Debian 6

De há umas semanas para cá tenho andado a brincar com servidores Linux. Comecei com CentOS 6.3 e 5.9. Depois, querendo aumentar o ritmo de aprendizagem, passei para o habitual Debian. Também uso openSUSE, “on e off”, desde a versão 7.3, que comprámos para a loja entretanto fechada. Trazia montes de manuais que li quase na íntegra. Sem, necessariamente, ficar mais esperto. Mas aí a culpa não foi dos manuais. O “servidor” de que falo neste artigo é um modesto HP dc 7100 – Pentium 4 @2.8 GHz (Skt 775) com 1,5 GB RAM e dois discos rígidos.

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TrueCrypt (3ª Parte)

CUIDADOS A TER/PERDA DE DADOSTrueCrypt logo

Este artigo/tutorial não dispensa a leitura do “Help” (Ajuda) no menu do programa, nem do manual da aplicação. O risco é de perda de dados, os seus dados. Depois de guardar os ficheiros, num volume encriptado, deve apagar os originais. Antes de os apagar faça vários testes para garantir que tudo está a funcionar bem. Vamos, então, criar o primeiro disco virtual encriptado.

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